Diego abriu os olhos com dificuldades, incomodado pela claridade. Sua última lembrança era de abrir uma passagem pelo além-vida para o Domínio de Yveltal, com Furfrou, em sua antiga casa em Sinnoh. Geralmente, não era isso que acontecia...
Tentou levantar o corpo, mas sentiu-se puxado para o chão como se estivesse grudado. Após mais algumas tentativas, desistiu. Analisou o ambiente onde estava, repleto de rochas negras que ganhavam contornos prateados pela forte fonte de luz que ele não conseguia entender de onde vinha.
— Hmmrm... — Ele escutou um gemido melodioso, rolando os olhos para os lados em busca de quem o emitiu. — Consegue imaginar como estava esse lugar antes da minha chegada?
— Quem é você? — perguntou, sentindo sua ansiedade crescendo, tentando mais ainda se desgrudar do chão.
A luz foi reduzindo aos poucos enquanto uma silhueta cada vez maior aproximava-se de Diego, que arregalou os olhos, voltando a tentar desgrudar do chão. Era uma gigantesca mulher inseto, com pernas longas usando saltos tão brilhantes como tudo que fazia parte dela.
— Oh, deve estar por aqui, não? Esses métodos são tão antigos que já estou desacostumada. Seria muito mais eficaz se eu pudesse te trazer para cá de uma vez para uma bela diversão.
— Você não me vê? — Diego voltou a perguntar, quando a mulher acertou um chute super rápido próximo dele, o fazendo engolir em seco. — Você é... Pheromosa.
A mulher sibilou, recolhendo sua perna comprida. Seus movimentos tinham um som de cascalho muito específico para Diego, algo que o remetia a uma memória bonita, mas de forma perigosa. Agora conseguia ver melhor o seu rosto, possuía dois olhos largos e quase grudados sob uma coroa dourada.
— Também estou ciente de você. Um jovem Necromante, bem mais fraco dos que eu já matei antes. Yveltal te enviou achando que pode apagar a minha beleza... Deveria ter feito uma escolha melhor! Mas eu também sei de mais algumas coisas... Como o real motivo de estar aqui. A heroína de Xerneas que procura... Sim, aquela que tanto nos estressou! Leuri, se estou certa. Um nome horrível, igual deve ser ela. Veja bem, não tive a chance de conhecê-la como Naganadel... Mas é difícil competir com alguém como eu.
Dando uma pirueta, Pheromosa maquiou o ar com um batom de luz, criando espelhos, tecidos e quadros com o seu rosto. Diego franziu a testa. Tinha entendido que estava diante de uma narcisista maluca. Como se lesse sua mente, ela grunhiu, colocando uma mão na cintura e parando a outra por cima de seu rosto no espelho.
— Estou certa de que não irá encontrá-la no Érebo, mas vai ser divertido vê-lo tentar. — Ela voltou-se para ele, que duvidou desta vez se conseguia ser visto. — É só um palpite, mas não acho que dure muito nesse lugar. Como vai perceber, ele não é para os vivos, mesmo aqueles que brincam com os mortos. É uma pena, porque gostaria que chegasse até onde estou. Marshadow não me deu muito trabalho... Mas heróis e suas missões são sempre divertidos, e te confesso que estou ansiosa para me exercitar um pouco. Faz um bem danado para os músculos!
— Estou bem, estou bem... — Diego levantou-se com uma mão na cabeça.
Mentira. Bem estava Pheromosa, divertindo-se por ter causado o caos no Domínio dos Mortos, só esperando para arrastar a cara dele no chão e, se fosse um pouco piedosa, o acorrentasse ao lado de Marshadow para que tivesse com quem conversar no tártaro. Mas pela expressão no rosto de Furfrou, ela não parecia ter saído de uma visita ao novo cafofo de uma besta ancestral falastrona.
— Couf... — Furfrou encolheu as orelhas e deu um pequeno pulo para trás parecendo ter levado um susto.
Diego estranhou sua reação, mas reparou no reflexo oscilante de luz vermelha em sua palma da mão esquerda. Claro, seu corpo havia entrado em alerta depois do bate-papo com Pheromosa. Há alguns anos, quando viajou com Leuri por Hoenn, antes mesmo dela se tornar uma Campeã, frequentemente seus olhos acendiam nessa cor, mesmo quando sua vida não estava em jogo. Infelizmente, ele não ganhou visão raio-x, lasers ou algum poder legal para virar o superman.
Ele desviou o rosto para analisar o novo ambiente, uma desculpa para não encarar a reação de sua amiga. Certamente tivera tempo o suficiente ao longo dos últimos anos para acostumar com a forma como olhavam para ele, como se estivesse se tornado um monstro por seus olhos ganharem outra cor. Como poderia julgar? Mesmo para aqueles mais próximos, não era habitual o seu amigo casualmente parecer possuído. Isso não o fazia se sentir melhor.
— Não dá pra ver muita coisa com todo esse nevoeiro, mas tenho certeza que estamos no Érebo. Consigo sentir que há mais vida para uma direção... e que não há nada para a outra.
Não deveria dar ouvidos para Pheromosa. Depois do exemplo de Poipole com Marnie, sabia que bestas falavam qualquer coisa para conseguirem o que queriam. Estava onde queria; o Érebo, a região de transição entre o mundo dos vivos e o dos mortos, uma camada de sombras entre a superfície da Terra e as profundezas do domínio de Yveltal. As almas passavam por lá logo após deixarem o mundo dos vivos, mas com a confusão atual, com certeza encontraria um congestionamento se prosseguisse. E, se tivesse sorte, Leuri estaria lá.
— FROOOOU!!!
A poodle arrepiou-se por inteira quando escutou um som agoniante e crescente parecendo vir de muito longe. Ajudem!, gemiam. Foi um acidente! A dor!, uivavam. Façam com que pare! As vozes suplicantes carregavam muita angústia. Diego não mudou sua expressão perante elas, mas cerrou os dentes ao ver sua parceira apavorada.
— Escuta... Por que não volta para a sua Pokeball? Não acho que será uma caminhada confortável daqui em diante.
— Couf!! Couf, coufrou! — Ela saltou para trás em protesto, justificando-se com latidos.
— Não estou duvidando da sua coragem, mas se um de nós puder poupar suas energias para o que devemos enfrentar, já vai ser alguma vantagem. — Ele levantou a Love Ball. Furfrou sentou-se claramente desgostante, mesmo que seus pelos escondessem sua expressão. — Vou entender que consegui te convencer. Retorne, Furfrou.
O brilho vermelho e o som do regresso de Furfrou para aquela esfera que carregava há tanto tempo consigo poderia ter durado mais. Por alguns segundos, se manteve no mesmo lugar, virando a capsula para seu rosto. As lamentações das almas distantes reverberaram por seus ouvidos, e assim fechou os olhos. Não conseguia diferenciá-las de seus pensamentos nesse momento. Inspirou o ar antigo daquele lugar e expirou, abrindo os olhos completamente castanhos. Como se estivesse o esperando agir, o nevoeiro escuro vacilou, mostrando o caminho que deveria seguir.
— Muito bem... Leuri, aqui vou eu.
Para compensar o som das almas em lamento ter ficado mais alto, o nevoeiro foi assentando-se pelos cantos do que se revelava um vale grande o bastante para abrigar a cidade de Lumiose. Sob as nuvens tóxicas, o terreno aberto tinha um brilho de cristais azuis e rosas, com cicatrizes escuras vermelhas e pretas que o lembravam do corpo de Yveltal. De certa forma, aquele lugar deveria ser uma extensão do poder dele.
— Ajuuude! — Diego quase puxou uma Pokeball quando um vulto azul passou se arrastando à sua frente.
Tinha a aparência de um homem de armadura despedaçada, mas as feições estavam desfiguradas. Provavelmente, aquele fantasma era de outra época, e estava extremamente confuso. Juntava-se a uma infinidade de outras almas balbuciantes, com corpos esfumaçados que atravessavam-se como se não pudessem se ver. Não saberia o que sentiria se encontrasse Leuri assim nesse estado de torpor.
— Ah... Licença — Diego tentava se enfiar entre os fantasmas para prosseguir, mas eram tantos que não conseguiu evitar atravessá-los. — Desculpa, eu acho.
Fantasmas já não eram novidade para Diego há anos. Embora tivesse evitado ao máximo pisar no Domínio dos Mortos, o outro lado nunca fez questão de desviar do seu caminho. Ele sempre se sentira assombrado pelas memórias dos pais falecidos num acidente de avião, mas acumulara encontros marcantes com o sobrenatural ao longo do tempo. Descobrira que os mortos não eram exatamente previsíveis: alguns, presos a pendências antigas, ancoravam-se ao mundo dos vivos por eras, como o Capitão Malie no Sea Mauville.
Outros retornavam na forma de Pokemon, ainda nutrindo desejos da época em que respiravam, feito o Duskull que habitava a Pokédex de Brendan.
Alguns já o haviam auxiliado, outros só atrapalharam... Mas ali, no Érebo, o cenário era completamente outro: estavam todos desgovernados, multiplicando-se em uma multidão sem fim.
— Não, eu não sei quem é essa Ygona! — Diego escutou uma voz firme seguida de um som metálico de espada sendo erguida.
Entre as almas desesperadas, dois cavaleiros de armaduras roxas com espadas flamejantes tentavam organizá-las. Suas lâminas acendiam-se com chamas espectrais e o calor atraía muitos fantasmas para a direção indicada, mas estava impossível manter uma ordem.
— Ygooona, a rainha, Ygooona — os fantasmas repetiam quando um dos cavaleiros os atravessou com sua lâmina, fazendo todas aquelas almas arderem.
Diego piscou rápido com a cena. As almas ardiam em chamas roxas crepitantes e desapareciam sem deixar nem fumaça. O cavaleiro assoprou sua lâmina, dando-se por satisfeito, mas logo outros fantasmas se amontaram ao redor deles.
— Por favor, por favor — suplicou o fantasma de uma senhora com uma coroa. — Rainha...
— Essa eu acho que conheço, ela demorou pra chegar — disse o outro cavaleiro.
— Rainha? — perguntou-se a fantasma, hesitando por alguns instantes. — Por favor, por favor!
— São tão irritantes!
— Sempre foram...
— Não podemos só queimar todas?
— Não é assim que funciona.
— Malditas regras! Deveriam haver exceções para situações como essa. — O cavaleiro mais sem paciência acendeu novamente sua lâmina, sinalizando uma nova fila. — Não importa se você foi uma rainha, aguarde a sua vez como todas as outras!
Entre todos aqueles fantasmas de eras diferentes, os olhos de Diego varriam cada rosto que passava. Aquele cabelo... Não. A altura... Também não. Uma alma em formato de garota passou a poucos metros dele, flutuando baixo, mas ao se aproximar revelou ser apenas uma desconhecida chorando em silêncio. A frustração subiu pelo peito do garoto como uma fisgada. Ele deu mais alguns passos, desviando de um guarda que foi empurrado para trás pela pressão da multidão.
— Riko? — Diego levantou a sobrancelha ao ver a protagonista de Pokemon Horizons entre as almas. — Você morreu?
— Ai, depende da temporada que você tá assistindo...
A confusão das almas estava se tornando um bloqueio físico e Diego via-se num labirinto, não conseguindo nem ver o caminho para fora dali. Almas presas começaram a se projetar contra seu corpo, sentindo o calor do seu sangue e tentando se agarrar à sua vitalidade. O frio das sombras encostando em sua pele e a atravessando fez seus braços formigarem, cada vez mais ficava mais lento.
— Me ajuda... — Uma sombra com mãos disformes avançou na direção do seu rosto de supetão.
— Ah... — Diego sentiu sua força se esvaindo, seus olhos começaram a rolar para trás e sua pele empalidecia, quando...

— O que você faz aqui? — Ele o perguntou.
— Estou em busca de uma amiga, o nome dela é Leuri e...
— Viva ou morta? — O guarda o interrompeu, ardendo uma das lâminas.
Aquela pergunta o atingiu quase como se ele pudesse sentir seu corpo queimando como as almas que foram incineradas. Morta, provavelmente, era a melhor resposta. Mas isso significaria...
— Eu não sei — decidiu. — Ela é uma heroína de Xerneas, talvez isso a diferencie dos outros?
— Uma heroína? Se for o caso, ela já deve ter feito a travessia. Heróis sempre chegam com uma moeda para o Gholdengo. Você também vai atravessar?
Gholdengo... Conhecia aquele nome de algum lugar. Mas se aquele soldado de fogo fosse confiável, talvez Pheromosa não estivesse mentindo. Leuri não estaria entre a multidão de almas, e sua melhor possibilidade de encontrá-la era seguir o que Yveltal o indicou a fazer.
— Como faço para atravessar?
O guarda apontou para onde era o fim da fila, mas Diego só conseguia ver as almas amontoadas. Aquilo levaria a eternidade, literalmente.
— Hum... E onde fica esse rio?
— O Aqueronte fica logo a frente, seguindo a fila — o guarda apontou novamente a direção. — Agora, vá aguardar sua vez e se puder impedir que essas almas insuportáveis venham me atazanar, eu ficaria grato.
— Certo... — Diego sorriu, mas não saiu do lugar.

Apedra em sua testa acendeu num pulsar psíquico e Medicham canalizou seu poder psíquico ao juntar as palmas das mãos. Ao separá-las, aquele poder envolveu os corpos dos guardas, roubando a força de seus movimentos ao paralisá-los no ar.
Aquele calor se propagou como sua aura escura, envolvendo o ambiente e novamente paralisando os dois guardas, que agora caíram de joelhos. As chamas iam diminuindo e seus olhos se fechavam enquanto a Dark Aura absorvia suas vitalidades.
O pensamento de que aqueles guardas estavam apenas cumprindo seu trabalho lutava contra a vontade que Diego tinha de roubá-los suas vidas, mesmo que pudessem se recuperar logo por conta da situação das portas da morte. Descontar neles a dor de todas as suas perdas, retirando suas vidas como a de Leuri foi retirada...
— Ah! — Diego piscou rápido quando Medicham espremeu seu rosto, o fazendo cessar a manifestação de Dark Aura. Ele olhou para suas mãos que ainda soltavam uma fumaça negra, e depois para os guardas caídos no chão. — Medicham, obrigado... Eu quase fui longe demais.
— Se afaste daí! — Diego escutou uma voz preocupada e olhou para a direção de onde ela veio.
Um garoto com cabelos até os ombros, de tons de loiro sem vida quase marrons, estava de pé próximo dele. Um de seus olhos estava escondido pela longa franja que caía sobre ele. Também era bem pálido e usava um uniforme surrado bem formal como os de colegiais antigos.
— E o que não é perigoso por aqui, né? — Diego colocou uma mão na cintura, sorrindo de cansaço. O garoto pareceu perder um pouco da timidez com isso, mas...
— Ai! — Diego foi derrubado por algo que saltou em sua cara, mas diferente das almas, esse tinha matéria física.
— Gruuau! — Entre lambidas, Diego conseguiu ver um cachorro com muitos pelos cobrindo os olhos, um focinho comprido e uma vela na cabeça. Tudo normal por aqui.
— Hahaha... — Diego enxugou o rosto com a manga do casaco, bocejando logo a seguir. — Nossa, mas... Que cansaço...
— Desculpem o Bochi — pediu o garoto, pegando-o no colo. — Ele acaba consumindo a vitalidade de quem brinca com ele...
— Descanse um pouco, Medicham — Diego disse, regressando-o para sua Great Ball. — É um Greavard, não é? Nunca vi um pessoalmente.
— É sim — o garoto disse entre lambidas do cachorro Bochi. — Esse é o Rio Aqueronte, o rio da dor. Sua água tem o mesmo poder dos Greavard, só que age mais rápido. Sua vida seria sugada num piscar de olhos se encostasse nela.
O garoto e Bochi o acompanharam até uma pequena ponte sobre o rio, onde várias almas estavam amontoadas piando ainda mais alto. Aquele com certeza era o começo da fila, e lá estava um ser feito inteiramente de ouro, com uma pochete em formato de baú amarrada na cintura.
— Me deixem em paz! Eu não ganho pra isso!! — Gholdengo reclamava, afastando as almas com o brilho de seu ouro. — Maldito emprego!
— Aquele é o Gholdengo, também chamado em muitos textos como Caronte — O garoto explicou, apontando para o homem de ouro. — O barco de ouro dele é o único capaz de atravessar, se você o puder pagar com um óbulo.
— A moeda, quer dizer? — Arven assentiu. — Entendi...
— Isso... isso os levará pelo mar de magma que os espera. — Heatran explicou, enquanto Diego, Leuri, Carbink e Calyrex estavam muito surpresos. — Um barco feito na forja de meu filho, com as auras de vocês dois unidas. É um presente valioso.
Diego olhou para o barco, que emanava um brilho quente, mas não abrasivo. Era impressionante, formado por uma estrutura sólida, mas com flexibilidade suficiente para resistir ao calor intenso que os cercava. Tinha uma vela com um X azul e um Y vermelho em cada parte.
Após saírem da forja de Melmetal graças a ajuda de Heatran, o barco havia se transformado numa miniatura dentro de uma garrafa tampada por uma rolha. Diego havia guardado consigo para honrar o presente, mas não sabia se valia arriscar naquele rio.
— Espera! — O garoto esticou a mão na direção dele. — Eu... Posso ir com você? Bochi e eu estamos tentando atravessar há muito tempo...
— Enquanto as Portas da Morte estiverem acorrentadas no Tártaro, você e eu não conseguiremos sair daqui... — Diego respondeu entre as mordidas. — E entre os vivos, pessoas que deveriam estar descansando estão presas em coma ou sofrendo na superfície, sem conseguir ir embora.
Arven olhou para Diego com uma mistura de respeito e preocupação.


































































































E veio ai o segundo capitulo de Necro <3
ResponderExcluirTo amando essa nova história, mesmo com o Diego de protagonista… eu sei, nem eu acreditei quando li, mas é verdade.
Adoro como transita entre a seriedade e obsessão do Diego para o humor e as piadas que são tanto a sua característica <3
As descrições de tudo estavam otimas, como sempre e as imagens providenciaram uma aura extra, deixando tudo visualmente muito bonito.
Não sei, mas fiquei com uma pulga atrás da orelha com o Arven, ele não me inspira muita confiança. O não ter fome, ter vindo parar ali “numa fenda” e conhecer o local sem nunca ter atravessado o rio me deixa desconfiada. Also ele supondo que Leuri pode já não ser quem era me deu a entender que ele sabe do que fala. Ou está em busca de alguém que perdeu a memória, ou conhece alguém que perdeu a memória ou ele mesmo entrou no rio e não sabe quem é… teorias.
A batalha com os Ceruledge foi muito boa e o Diego quase os roubando a vida mostrou muito bem o nível de obsessão. Imagino que a frustração de não encontrar Leuri o leve a ir longe demais algum dia… mesmo que ninguém morra no momento.
Também adorei as personalidades da Pheromosa e do Gholdengo. As imagens e as falas do Gholdengo me fazem lembrar os filmes da Disney, tipo Hércules. Ficou perfeito <3
Mais um capítulo incrível, estou bastante curiosa para ver onde isto vai parar, a lore está fenomenal.
Capitulo muito bom e vou tentar resumidamente (por que o PC precisa dar uma esfriadinha por causa do calor) Eu gostei bastante do capitulo de da saga do Diego pra salvar a Leuri. Tenho gostado de como você consegue encaixar as falas engraçadas em um momento série. E do nada ainda tivemos a Liko e descobrimos que o Diego assistia Horizontes. A batalha conta os guardiões Ceruledge foi muito boa, cada capitulo de cada fanfic que você escreve suas batalhas ficam cada vez melhores e esse Arven parece um cara bacana, mas tenho as minhas duvidas, mas resumindo o capitulo estava maravilhoso e ansioso pelo próximo :3
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